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A elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. Do que várias regras básicas de etiqueta…
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem pessoas por perto.
É uma elegância desobrigada…

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
Educação enferruja por falta de uso.
“LEMBRE-SE de que colheremos, invariavelmente aquilo que houvermos semeado. Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou.”

Achei o texto por acaso, acho que é muito válido para ser analisado… Falo especificamente por mim que  com o passar do tempo tenho perdido muitas coisas, deixado outras, ganho outras… enfim tudo relacionado às minhas escolhas, a minha maneira de interagir com o meu próximo… Nem sempre damos a devida importância aos assuntos alheios, mas se pararmos pra pensar quanto a importância que determinadas situações têm para amigos próximos, nessa hora o respeito passa ser a conduta elegante do comportamento, ou seja, se tivermos a noção da elegância do comportamento, poderemos criar em torno de nós mesmo uma sociedade melhor, afinal, somos nós que compomos esse mundo…

O renascimento do paganismo


As fontes do renascimento do paganismo podem ser rastreadas no inicio do século xx com os trabalhos da antropóloga Margaret Murray.
Ao examinar os vários registros de julgamentos da inquisição, Murray desmascarou o diabo dos relatos de bruxos e bruxas que foram executados e em seu lugar encontrou o Deus Cornífero, a divindade cultuada pelos pagãos e que os inquisidores tinham transformado na corporificação do mal.
À medida que ia mais fundo em seus estudos, Murray encontrou o equivalente feminino do Deus, a Deusa e desta forma desmistificou todas as antigas superstições e estigmas negativos atribuídos a Bruxaria e identificou-se como o mesmo culto á fertilidade que surgiu muito tempo antes do cristianismo.
Em 1951 quando a última das leis contra a Bruxaria foi revogada, Gerald Gardner saiu das sombras e defendeu as posições de Margaret Murray, declarando que a Bruxaria tinha sido a religião dos antigos Europeus e que continuava a ser uma religião verdadeira para muitas pessoas e que teria sobrevivido através de anos sucessivos de supressão sob o nome de Wicca.
Desta forma, Gardner lançou uma nova luz ás praticas da Bruxaria, dando origem assim a um grande movimento Neo – Pagão de reavivamento das práticas e ritos da velha religião. De lá pra cá o movimento pagão cresceu muito substancialmente e muitos bruxos que tinha sido instruído por suas famílias durante décadas, decidiram sair das brumas e se tornarem visíveis e assim em pleno século xx, ressurge uma religião que busca celebrar novamente a natureza, os Deuses antigos e que busca inspiração nos seus ritos no culto á Deusa e ao Deus.
O paganismo é o nome genérico que se dá as práticas religiosas que surgiram na Era Paleolítica e Neolítica, onde as crenças espirituais eram centradas no feminino, nos ritos da fertilidade, no culto aos antigos Deuses da natureza, nas celebrações das colheitas e plantio.
A Bruxaria busca resgatar o divino feminino e o papel da mulher na religião como sacerdotisas da grande mãe. Muitas vezes chamada de religião da Deusa, a arte, religião antiga, não é uma fantasia de mentes deturpadas ou de pessoas que se supõem dotadas de poderes mágicos, mas sim ma religião capaz de acolher pessoas das mais variadas idades, raças, posições sociais e todos aqueles que vêem em seus ritos uma forma real de se conectarem com o divino e com a natureza.
As praticas pagãs, dando destaque maior á Wicca, se expandiram de uma forma inacreditável pela América Norte e Europa. Hoje o número de bruxos soma aproximadamente 250.00 nos EUA, ultrapassando inúmeras religiões tidas como convencionais, dentre as quais o Budismo e o Universalismo Unitário. O censo Canadense de 1991 registrou 5.530.000 Neo – Pagão que seriam compostos principalmente de Wicccanianos, outra pesquisa realizada em 1997 constatou a existência de 12 milhões de bruxos em todo mundo.
Porém, acredita – se que o número atual é muito maior, pois muitos não expõem sua condição religiosa publicamente. Acreditam que o único caminho valido para o encontro com o sagrado são os seus próprios ou aquelas por eles considerados corretos e ‘ tradicionais’, não toleradas.

Saudades de estar aqui… ¬¬’

“…saudade é vontade de ver de novo.”
Olá, nossa há muito não tinha vontade de escrever como estou escrevendo hoje…
Na verdade achei que havia perdido o jeito, sabe? Se é que algum dia podemos perder o jeito, mas o fato é que comigo aconteceu, essa sensação de que você nunca vai escrever como costumava escrever…

Talvez por conta disso fiquei tanto tempo afastada do meu My Storm…Cheguei até criar um outro espaço pelo blogger e o mantenho, mas favorito mesmo é esse aqui. Costumo descrever esse espaço como o meu xodó porque é como realmente sinto… Por diversas vezes pensei em excluir, mas sofreria muito se o tivesse feito, ainda bem que não consegui! ^^ Noossa… Isso é coisa de blogueiro viciado e assim que penso que sou … Não possuo muitos vícios, mas com certeza blogar é um vício que por mais que eu tente entrar em abstinência, não consigo largar…Aff!
Algum tempo havia postado que aceitei um novo desafio em minha vida. A História!
Pois bem, pra isso criei o Scribbles and Storms, acredito que lá é mais didático msm… O blog têm tido essa função.
Outra coisa que aconteceu e que não me deixa com tempo pra blogar é o trabalho, tenho trabalhado muuito msm, confesso que adooro e odeio ao mesmo tempo…rs. Adoro o fato de me sentir útil, estou sempre aprendendo algo novo e com certeza o lance do dindin é bom tbm! Odeio não ter tempo pra família e pra mim, pra minhas coisinhas como por exemplo blogar! 😦
Até a faculdade têm sido prejudicada no processo, mas acredito que boa parte da culpa é miha mesmo porque nunca consegui organizar horários… Ah, falando sério? Não consigo organizar nada muito bem…rs.
Está super tarde e amanhã acordo cedo como sempre então deixo apenas um Beijo no Core dos meus miguxos queridos!

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