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Batata Baroa

Batata Baroa, mandioquinha-salsa, batata fiúza ou barão, tem várias denominações, é uma hortaliça originária dos Andes, cultivada em clímas frios. No Brasil, é cultivada na região Centro-Sul. Procurei saber o que diferencia a batata baroa da inglesa, mas não consegui encontrar nada =/

Por ser energética é indicada para idosos, crianças e pessoas com o organismo enfraquecido. Tem ação diurética, ajudando na eliminação do exesso de água do organismo.
Por ter alto teor de cálcio e fósforo é indicada para a formação de ossos e dentes fortes e saudáveis. É rica em ferro, potássio, magnésio e vitaminas C, Beta caroteno (provitamina A) e vitamina do complexo B. Deve ser consumida crua em saladas ou cozidas em sopas e carnes.
Principais Indicações:
Compressas em dores de cabeça (colocar na testa), eritemas ou queimaduras  solares, doença renal, úlceras do estômago e do duodeno; a água de seu cozimento previne e combate “a gota”.
Tratamento:
Forma de Suco – 30ml 1 x ao dia, uso exagerado pode provocar intoxicação.
Em fatias – 1 batata pequena ao dia (crua ou cozida).
Salada: uma receita saudável e medicinal
250g de batata Baroa cortada em rodelas ou tipo palito
50g de Ervilhas verde (em lata)
50g de Milho verde (em lata)
1/2 pimentão verde
3 Tomates Maduras picados
1 Colher de sopa de óleo de oliva
5 Folhas de Acelga e de Alface Americano cortados (rasgado com as mãos).
Mistura tudo em um recipiente médio regue com o azeite, pode salpicar com gergelim preto, torrado.
Sirva com arroz e peito de frango grelhado.
Bom apetite, Beijos no Core…

Olá miguxos!

Então,a partir de hoje estarei postando aqui um resumo de algumas plantas que são utilizadas em tratamento homeopático, isso porque uma das minhas chefes me passou uma lista de ervas para estudar, sendo assim, eu escrevo e ainda compartilho com vocês!

 Hoje vou falar um pouco da Alcachofra:

Alcachofra Resumo:

Planta medicinal protetora do fígado, utilizada contra problemas hepáticos como os cálculos biliares, má digestão, ou ainda, em caso de cirrose. É apresentada em forma de cápsulas. 

Observações:

Esta planta utilizada há muito tempo, pôde mostrar efeitos protetores do fígado (graças à cinarina, um composto da alcachofra) e é uma das mais utilizadas e indicadas para esse tipo de problema.

Ao saborear uma alcachofra, além de consumir um poderoso alimento, você estará  se deliciando com uma flor exótica e medicinal.

Na verdade, a alcachofra (Cynara scolymus) que consumimos é uma flor imatura, pertencente à mesma família das margaridas e dos girassóis – a família das Compostas. Conta-se que ela saiu do jardim e foi para a mesa na época do Império Romano, quando suas propriedades nutritivas e medicinais foram descobertas e a alcachofra passou a ser privilégio apenas da mesa de nobres e reis. Hoje, felizmente, não é preciso ser nobre para desfrutar deste privilégio (apesar do preço ser às vezes proibitivo!).
Considerada uma iguaria exótica, esta hortaliça parece ter sido feita para ser deliciada a cada pétala e não para ser devorada. Afinal, dela consumimos apenas a parte carnuda das “pétalas” e o “fundo” da flor, depois de retirados os espinhos. O trabalho é compensador, se levarmos em conta suas excelentes propriedades nutritivas e medicinais: a cada 100g comestíveis, encontramos boas doses de vitaminas do complexo B, potássio, cálcio, fósforo, iodo, sódio, magnésio e ferro. Para começar, o sabor amargo estimula as secreções digestivas. A água do cozimento da alcachofra é um verdadeiro chá de efeito diurético, estimulante da vesícula biliar e ativador da digestão.As alcachofras foram trazidas para o Brasil pelos imigrantes europeus, há cerca de 100 anos. Nativa do sul da Europa e norte da África é uma planta de clima temperado a frio (média de 20 graus C) e áreas úmidas. Em regiões quentes vegeta bem, mas não forma os botões florais comestíveis.

De agosto a novembro, estamos em plena época de colheita da alcachofra. É quando a encontramos com ótima qualidade e melhores preços. São quatro as variedades mais encontradas no mercado: Violeta de Proença, Roxa de São Roque, Verde Lion e Verde Grande da Bretanha.

A maioria dos nutricionistas concorda: o ideal é consumir a alcachofra no mesmo dia da compra, pois ela começa a perder suas qualidades logo depois de colhida. Na hora da compra, recomenda-se escolher as que apresentarem talo longo e inflorescência firme e bem arroxeada. Para os apreciadores desta flor comestível, os “espinhos” só devem ser retirados após o cozimento – é quando chegamos ao gran finale da iguaria: o famoso fundo da alcachofra. Outro detalhe: recomenda-se consumir a planta logo após o cozimento ou preparo, para melhor aproveitamento de suas propriedades medicinais e nutricionais.

Partes utilizadas:

Folhas

Propriedades da alcachofra

Hepatoprotetora, colerética (estimula a produção da bile) e colagoga (estimula a eliminação da bile).

Indicações:

Problemas do fígado, doença do fígado (cálculos biliares), dispepsia (problema digestivo), inchaços, náuseas, icterícias (amarelão), cirrose, dor de barriga, colesterol (hipercolesterolemia).

Contra-indicação:

Alergia à planta. Queira ler a bula dos medicamentos e pedir conselhos a um especialista.

Preparações à base de alcachofra:

– Cápsulas de alcachofra

– Gotas à base de alcachofra

– Chá alcachofra

Peça conselhos a um especialista quanto à posologia dos medicamentos à base de alcachofra.

Receita:

Fundo de Alcachofra recheado com frango

O legal desta receita, é mesclar um ingrediente sofisticado com outros mais baratos e comuns e assim criar uma harmonia e um custo mais equilibrado. Receita rápida e fácil, anote:
Ingredientes:

1kg de peito de frango congelado Perdigão 1 xícara (chá)  de creme de leite Batavo 1 xícara (chá) de maionese 1 dente de alho picado 4 colheres (sopa) de azeite 300g de fundo de alcachofra em conserva 250g de palmito cortado em tiras meia xícara (chá) de vinho branco 1 acelga japonesa cortada em tiras finas Sal a gosto Sementes de gergelim para salpicar Água para cozimento

Preparo:

Descongele o peito de frango e leve ao fogo para cozinhar em água, sal e vinho. Deixe esfriar, escorra a água e desfie o frango. Reserve.

Em um recipiente, misture a maionese, o creme de leite, o alho o azeite, o palmito e o frango reservado até obter um creme. Reserve.

Disponha em uma saladeira a acelga e recheie os fundos de alcachofra com o creme reservado. Distribua o restante do creme de frango sobre a acelga e, por fim, salpique o gergilim.

Espero que vocês tenham gostado!
Bjs e uma ótima semana pra todos!

Abóbora


A abóbora é, em termos botânicos, o fruto da aboboreira, uma planta rasteira da família das cucurbitáceas, a mesma da melancia e do pepino. Vulgarmente classificada como hortaliça, a abóbora possui diferentes denominações no Brasil, como moranga, na região Sul, e jerimum, na região Norte e Nordeste. Originária da América, a hortaliça fez parte da alimentação de muitos povos, como os astecas, incas e maias. 

Graças à polinização cruzada, existem muitas espécies de abóboras, que podem variar em relação às cores, formas e texturas. As principais espécies são: Cucurbita moschata, Cucurbita máxima e Cucurbita pepo. A abóbora pode chegar a pesar 30 kg. Em seu interior há uma polpa, além de muitas sementes.

A abóbora é rica em vitamina A, importante para o bom funcionamento do organismo, e contém o licopeno, um elemento essencial para a visão. A hortaliça também possui vitaminas do complexo B; sais minerais, como o cálcio e o fósforo; além de ser provida de propriedades laxativas e diuréticas.

Por ser muito versátil, a abóbora pode ser consumida de diversas formas, como ingrediente em saladas, pratos quentes, refogados, sopas, pães, bolos, doces, etc. Suas sementes, ricas em ferro, também podem ser torradas e consumidas como aperitivo. Na hora da compra, é aconselhável optar por abóboras sem sinais de ferimentos e que apresentem cascas sem brilho, visto que isso significa que elas já amadureceram.

Na América do Norte, as abóboras são preenchidas com lanternas decorativas para o Halloween (Dia das Bruxas), comemoração típica da cultura anglo-saxônica.

Resolvi falar desse tema, abóbora, porque reconheço os benefícios para nossa saúde.

Quem me conhece sabe que não sou das melhores em se tratando de “alimentação saudável”, sempre fui enjoada para comer e agora depois da disfunção da tireóide, fico com a sensação de que meu organismo reage bem de maneira contrária ao padrão normal das pessoas em geral…

Preciso de muito carboidrato, gordura e isso invariavelmente acaba colaborando em certos aspectos do meu organismo, mas prejudica outros… A abóbora tem uma função que me é muito útil, controla o colesterol e o meu vive oscilando entre o aceitável e o não aceitável…

Espero que essa dica seja útil para algum desenformado, tente incluir a abóbora em sua refeição, ela tem várias funções bacanas.

Abóbora – Atua controlando o nível de glicose no diabetes, o colesterol e a gordura no sangue. Ajuda na evacuação e as sementes são eficazes contra a solitária. Aplicada sobre a pele, a abóbora tem ação emoliente e é útil no tratamento de queimaduras.

Receitinha:

Doce de abóbora

Ingredientes:

  • 1 abóbora moranga média;
  • 2 pratos fundos de açúcar;
  • 2 xícaras (chá) de coco ralado.

Modo de fazer:  

Descasque a abóbora, corte-a em pedaços e coloque em uma panela. Adicione 1 copo de água, leve ao fogo e deixe cozinhar por 40 minutos até que esteja bem macia. Assim que estiver cozida, retire do fogo e bata no liquidificador. Em seguida, coloque a mistura em uma panela, adicione o açúcar e leve ao fogo. A proporção entre a massa de abóbora e o açúcar deve ser a mesma. Tampe parcialmente a panela, reduza o fogo e deixe a mistura cozinhar, mexendo sempre até que o doce esteja soltando do fundo da panela. Antes de açucarar, junte o coco ralado, misture e retire do fogo. Despeje o doce em uma assadeira untada e deixe esfriar. Em seguida, corte em quadradinhos. Se preferir, polvilhe com coco ralado.

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